José Régio faleceu há 46 anos
Conteúdo atualizado em22 de dezembro de 2015às 12:19
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A 22 de Dezembro de 1969, depois de ter sofrido, dois meses antes, um enfarte de miocárdio, o escritor José Régio, falece na sua casa de Vila do Conde. José Régio, considerado um dos grandes vultos da moderna literatura portuguesa, recebeu, em 1966, o Prémio Diário de Notícias e, em 1970, o Prémio Nacional da Poesia. Régio foi, sem dúvida, o primeiro grande promotor e divulgador da geração do primeiro Modernismo Português.
A Câmara Municipal de Vila do Conde como forma de prestar homenagem a tão ilustre vilacondense, apresenta, no Centro de Documentação José Régio, a exposição temporária, “Multiplicidade de Jesus”, tendo por tema central a personalidade humana de Jesus e a atração que a mesma sempre exerceu sobre si, através da sua obra literária e da sua vasta coleção de obras de arte sacra, nomeadamente Cristos. As expressões que o povo dava às representações de Cristo, foi algo que sempre apaixonou profundamente José Régio.
“Jesus me inspirava uma apaixonada e obsessiva admiração que se manteve até hoje; e uma curiosidade insaciável”
O homem morre a obra perdura! Evoquemos, pois, como o escritor que afirmou que “O meu verdadeiro destino é estar, é ficar; é agir indiretamente pela realização de uma obra que requer vagar, continuidade, tranquilidade; é a instalação íntima no intemporal e no eterno.”