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Rota de Azurara, Árvore, Mindelo e Vila Chã

Encontrando-se na Igreja Matriz de Azurara, poderá admirar mais um belo Monumento Nacional do nosso Concelho. Não se demore pois a igreja merece uma visita dedicada, quase em exclusivo, devido à sua riqueza artística.

Dirija o seu olhar em direção ao mar e deixe-se deslumbrar por uma bela paisagem natural.

Reparou nos estaleiros. Dirija-se ao lugar da Junqueira e, caso os estaleiros estejam abertos, tente fazer uma visita para ver a perícia dos carpinteiros navais de Vila do Conde.

Numa altura em que se constroem cada vez mais embarcações em materiais como o aço e a fibra, é um privilégio visitar este local, onde a madeira ainda marca o ritmo do martelo. Se seguir até à praia de Azurara, tome o caminho de Árvore. Antes do parque de campismo, é possível observar uma marca de enfiamento da barra que, em conjugação com outra na Estrada Nacional, orientava os homens do mar na entrada do estuário do Ave.
Caso faça o percurso em viatura, siga a Estrada Real até à igreja de Mindelo, voltando então na direção da praia. Mas se optou pelo percurso pedestre, o acesso à praia deverá ser feito em Árvore, entrando assim na Reserva Ornitológica de Mindelo.

Se aprecia a natureza, não deixe de levar consigo um Guia de aves, face à possibilidade de poder observar algumas espécies de aves que sazonalmente passam por esta área.

A Reserva Ornitológica de Mindelo, a única zona costeira na Área Metropolitana do Porto que mantém as suas características naturais, é formada por um conjunto de praias e dunas embrionárias e interiores, campos agrícolas e manchas florestais, sendo atravessada pela Ribeira de Silvares e é alvo de diversos estudos científicos.

Passam por aqui mais de 150 espécies de aves, existindo também alguns mamíferos e uma grande variedade de espécies de anfíbios, desenvolvendo-se esforços no sentido de preservar e potenciar este importantíssimo espaço do nosso património.
Sempre pela orla marítima do concelho, chegamos a Mindelo, atingindo a ponta da Gafa. Embora não se conheça documentação que ateste a existência de uma Gafaria em Mindelo, presume-se que o nome derive desta suposta colónia de leprosos.

Terra de lavradores, a freguesia floresceu em número de pescadores, sendo frequentes as estreitas ligações dos agricultores com o mar. Aliás, a lavoura estava tão relacionada com a pesca que os grandes agricultores tinham casa na praia, a chamada casa do mar.

Continuando para sul, na Praia da Laderça merece referência particular o penedo de Guilhade, já assim designado em finais do século XVII. Atingimos o Lugar do Facho, em Vila Chã.

Aqui, provavelmente desde o século XVII, era usual acender fogueiras, preciosas ajudas à navegação, e que, mais tarde, deram origem à rede de faróis, símbolos da ajuda que “as gentes” de terra proporcionavam aos homens do mar.
Terminamos o nosso percurso no Largo da Lota, recentemente reabilitado pela Câmara Municipal, sendo recuperados os tradicionais aprestos dos pescadores.

Vila Chã conheceu tempos áureos no que concerne à faina da pesca. Exercida por lavradores e pescadores, chegou a envolver cerca de 230 pessoas, entre homens e mulheres, mas, nos nossos dias, não se vê mais do que uma dúzia de pequenos barcos. No entanto sente-se na freguesia o cheiro a mar. Aproveite para saborear um bom peixe fresco.
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