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Romanização

Estações Arqueológicas do Concelho de Vila do Conde
  • Caxinas – Vila do Conde
    Villa Romana das Caxinas e respetiva necrópole.
    Em 1953, na abertura de novos campos agrícolas nos areais das Caxinas, apareceu uma necrópole tardo-romana, com materiais datáveis do século IV d.C.
    Em 1981, apareceram as estruturas de uma Villa Romana, que foram escavadas pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.
    A área sofre agora uma escavação arqueológica para tentar salvar o que eventualmente possa restar.

  • Formariz – Vila do Conde
    A Villa Fromarici é citada na documentação medieval. Como o nome Fromarici é de origem germânica, durante anos julgou-se que se tratava de uma edificação do período das invasões. Escavações, levadas a cabo em 1999, permitiram comprovar que a Villa já aí existiria no período romano, uma vez que surgem fragmentos de cerâmica do século I d.C.

  • Quinta de Cavaleiros – Outeiro Maior
    Na Quinta de Cavaleiros, é observável tégula à superfície. Não sabemos mais desta ocupação do período romano. Provavelmente funcionou como arrabalde da Cividade de Bagunte no período romano.

  • Villa Verde – Bagunte
    Villa e Necrópole Romana.
    No lugar de Vila Verde, em Bagunte, apareceu no início do século XX, uma necrópole romana que Ricardo Severo escavou integralmente. Esse cemitério deveria pertencer a uma Villa que se erguia nas imediações, onde, nos anos 80 do mesmo século, apareceu uma moeda de ouro que se perdeu.

  • Calvelhe – Labruge
    No limite sul da freguesia de Labruge, numa zona separada da freguesia de Lavra do vizinho concelho de Matosinhos pelo caudal do rio Onda, situa-se a aldeia de Calvelhe.
    Amontoada num cabeço sobranceiro ao rio, Calvelhe ganhou o nome do antropónimo romano Calvelius. Nas suas imediações apareceram tégulas e um pouco mais a jusante, já próximo da foz, numa zona de floresta, terão aparecido estruturas de algo que os locais classificam de muito antigo.

  • Quinta de Vilas Boas – Fornelo
    Pequeno cabeço, imediato à Igreja de Fornelo, onde abunda a tégula – telha romana. Não se conhece a estação com mais precisão.

  • Paiço – Guilhabreu
    Paiço, topónimo que deriva do latim palacium é hoje uma densa floresta. No seu interior, encerra um dos mais sensacionais achados da arqueologia Vilacondense. Nos anos 60 do século XX, aí apareceu um Columbarium, um túmulo familiar do período romano, do qual pouco se sabe para além de que "tinha muitos potinhos metidos em buraquinhos nas paredes".

  • Vila Boa – Guilhabreu
    Trata-se de um dos mais importantes locais da arqueologia vilacondense.
    Nas terras agrícolas da casa de Milreus, apareceram mosaicos romanos, várias coleções de moedas e três aras, sendo uma delas uma das mais importantes do noroeste peninsular, a que se refere a Lanasus, um velho de 80 anos que foi homenageado pelos habitantes de um Castro próximo mas que referem o facto de ser de um outro Castro, o Castro dos Fiduenae, em Paços de Ferreira, comprovando que no mundo da Galécia havia já uma tradição de intercâmbio entre os diversos povos da região.

  • Igreja –Vilar
    Em Vilar o fenómeno das Villas Eclesiae é aqui particularmente notório já que, nos terrenos imediatos à Igreja, se encontram não apenas tégulas mas também mós manuárias, cerâmica de importação e uma estela funerária.

  • Igreja- Mosteiró
    A igreja de Mosteiró fica situada num pequeno cabeço onde abunda a tégula – telha romana. Fronteira à Igreja de Vilar e desta separada por um ribeiro, a situação é muito parecida com a das Igrejas de Touguinha e Touguinhó. Não se conhece a estação com mais precisão.

  • Palmazão – Guilhabreu
    Nos campos que bordejam a estrada que desde o Castro de Alvarelhos desce em direção ao centro de Guilhabreu, são visíveis as telhas romanas. Correspondem, provavelmente, a arrabaldes do grande povoado que é o Castro de Alvarelhos.

  • Soutelo – Canidelo/Fornelo
    No lugar de Soutelo, entre Canidelo e Fornelo, apareceu uma estatueta em bronze de Júpiter. Não se sabe do seu paradeiro nem do local exato do seu achamento.

  • Modivas de Baixo – Modivas
    Em Modivas, no mesmo local por onde começamos esta lista, nos campos imediatos à Casa do Sr. Joaquim de Azevedo Lemos, apareceu uma inscrição funerária com referência aos Deuses Manes Sagrados. Este confluir de achados apenas prova o que dizíamos no tocante à atratividade deste território, comprovada do paleolítico aos nossos dias no mesmo exato local.

  • Praia de Labruge – Labruge
    No dia 11 de Agosto de 2010 a Câmara Municipal de Vila do Conde e o DANS procederam à recuperação de um cepo de âncora romana que foi encontrada por Aurélio Silva, Paulo Silva, José Azevedo e António Pereira no enfiamento da praia de Labruge, em Labruge.
    Merece especial destaque o facto de o cepo de Labruge constituir o achado do género encontrado mais a norte no mar territorial português. Os cepos de chumbo provenientes do fundo do mar não correspondem necessariamente a naufrágios, pois na maioria dos casos resultam de meras perdas fortuitas, tão frequentes na navegação desde há milénios até aos dias de hoje. Contudo, atestam o movimento de navios romanos que cabotavam junto à costa atlântica da Península Ibérica.
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